Michelin: 2022 com Force e Jet XC2

Agora sim, com teste em múltiplos tipos de piso, relevos, kms e condições meteorológicas.

Chegaram durante o período de recuperação e foi com muito entusiasmo que a Julho de 2021 vos apresentei as novidades Michelin que chegariam ao público agora, para a época 2022.


Assim, já todos deram pela divulgação dos “mais recentes pneus XC da Michelin” nas páginas da marca e revendedores destes pneus perfeitos para todas as competições, em todas as condições, mesmo com aquela lama de inverno.

De resto, quem me segue já estava a par daquela beleza de borracha para rolar com velocidade para 690g. De qual pneu vos falo?

Vamos então às duas novidades que vieram completar a minha Sunn Shamann: dois novos modelos de pneus projetados para XC, direcionados para pilotos que necessitam de um pneu com uma cobertura que se adapte a tudo (desde o terreno seco e compacto, mantendo o comportamento fiável na passagem para terreno molhado e com lama).

Como disse, estas novidades já chegaram cá a casa há uns tempos, mas também quis aguardar por passar por todas as condições meteorológicas e experimentar os comportamentos anunciados pela marca.

O que dizer do original Jet XC2? Aparentemente “slick”!
O que esperar do notável Force XC2? Consistência e polivalência!

Não é novidade que a Michelin se distingue pela qualidade da borracha – motivo pelo qual a vemos a ser empregada em outros produtos, marcas e áreas do mercado. No que toca ao Jet e ao Force XC2, essa virtude está ao serviço de pilotos focados na (alta) performance, que querem um resultado perfeito, sem que tal comprometa em demasia a durabilidade.
A minha experiência vai no sentido de comprovar que a mais-valia da Gum-X está na baixa resistência ao atrito, promovendo o “rolar veloz” sem perder a segurança de um eficiente nível de segurança.

Mais, gostarão de saber quantas vezes furei! Pois, até ver o número é bem redondinho: ZERO!
A este respeito, a Michelin explica que usa nestes pneus duas camadas de material 150 TPI (fios por polegada no material), às quais acresce proteção adicional com um cordão de quatro tiras daquele composto, fornecendo proteção contra furos, mas sem que os pneus percam a identitária flexibilidade e competência para adaptarem-se ao terreno.
Claro que para além da tecnologia associada ao Jet e a Force XC2, ressalvo a importância de usar uma pressão adequada, fazer uma pilotagem apurada e usar mousses.

No meu caso, estou a usar as versões Racing Line 29″ 2.25

Sumariamente, o Jet XC2 apresenta um piso fino (de baixa altura) e compacto sobre a camada dupla de TPI 150. Já se esperava que o objetivo fosse expandir a capacidade de rolar do Jet XC, fazendo dele o pneu mais rápido da Michelin.

“E de maneiras que é muito isto:” se vamos para uma pista de XCO, para um trilho bem marcado, compacto, sólido, com linhas definidas, vamos tirar partido da “rapidez” do Jet XC2. Não há que enganar!
Contudo, na traseira, em terreno misto ou agreste como se faz sentir nas montanhas aqui do Minho por estes dias de inverno, com muita lama, pedras e raízes molhadas e amontoados de folhas escorregadias, pessoalmente, começo a sentir vontade de trocá-lo pelo “meu-amor-perfeito” Force XC2 para poder aumentar a “fun” naqueles treinos longos.
Mas atenção que isto é muito individual e não há nada como experimentar – até porque os técnicos e outros pilotos asseguram que o Jet XC2 é adequado para a roda traseira em condições mistas – provavelmente se for para outra região menos hiemal, tenho o arranjo modelar! 🤷‍♂️

Dito isto, já perceberam que o Force continua a ser o meu “grande amor”. O Force XC2 encaixa nas minhas necessidades para a competição e treinos: é o “multi-tasking”, o verdadeiro “todo o terreno” (como a BTT o exige).
Ou seja, neste momento uso a composição de marca proposta: Force na frente e Jet atrás (num inverno que se está a fazer sentir bastante primaveril, tornando os trilhos num mix ameno de zonas condensadas com passagens por terra húmida, lama, charcos e zonas rochosas que subitamente perdem o atrito e tornam-se num “slide” – dá para entender que há saídas que se tornam um desafio suplementar ao kit de unhas, propício para treinar e desenvolver capacidades técnicas (e conquistar “medalhas” extra 🤣😂).

Para os leitores assíduos d’ O Blog, resulta que não é segredo que, desde o Brasil Ride, os Force foram “amor à primeira ultramaratona”. Como partilhei no rescaldo sobre aquela prova, fui para o BR sem ter antes usado os Force; durante aqueles dias, experimentamos todos o tipo de condições – nem um Prólogo e um XCO faltaram nas etapas – e os Force mostraram adaptar-se a qualquer situação às mil maravilhas – na altura usei nas rodas dianteira e traseira e, após teste e comparação, continuo a achar que é o emparelhamento que me permite a melhor performance. Aliás, de lá para cá, até querer testar a montagem sugerida pela marca, não mais alterei a minha escolha e somei provas por etapas em vários países, maratonas e provas XCO sentindo sempre um funcionamento de confiança nos pneus.
Penso que isto se deve ao facto de que também o Force XC2 tem na sua tecnologia um padrão central que reduz a resistência à deslocação e uma composição lateral que aumenta a capacidade de aderência nas curvas e relevés.
E é aqui que podem ter 690g do melhor desempenho se optarem pela versão 2.10 do novo Force XC2.

Para mais informações acerca dos pneus Michelin e da disponibilidade dos mesmos, podes contactar o site do importador em Portugal www.scvouga.pt

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