O rendimento desportivo de um atleta resulta da conjugação de 3 fatores:
Treino Técnico-tático
Treino Físico
Treino Mental
Apesar de existirem inúmeras técnicas para treinar mentalmente um atleta, costumo dizer que a melhor de todas as técnicas é a Comunicação. Saber comunicar é uma competência à qual pais, educadores, treinadores e os próprios atletas têm que prestar cada vez mais atenção. As palavras têm a capacidade de gerar emoções nos outros e de criar a realidade.
A maior parte das atividades (profissionais, letivas, desportistas, etc) já começaram ou estão prestes a retomar.
Para muitos, esta nova época pode ser uma excelente oportunidade de evolução e desenvolvimento de competências.
Como tal, estou pronta para te apoiar nesse crescimento, dando-te ferramentas que te ajudam a enfrentar com sucesso os desafios associados à gestão e motivação nesta nova fase da tua vida.
Muitas dessas ferramentas são as mesmas que eu uso nos meus processos de Mental Coaching ao longo de mais de duas décadas de experiência profissional na área da educação e da formação (com alunos, formandos, profissionais de várias áreas e atletas) .
Se pretendes evoluir e dar forma aos teus projetos, então, o Coaching é para ti!
Para se ser bem sucedido no desporto e estar a um nível competitivo elevado são necessárias várias vertentes que vão desde a preparação física, à alimentação, à vida equilibrada e à motivação. Há, no entanto, factores que podem ajudar muito ou até mesmo serem determinantes para o sucesso: preparação mental ou treino mental e estabilidade emocional.
Todos os atletas podem beneficiar de um trabalho de Mental Coaching, independentemente das idades e níveis competitivos, uma vez que todos têm algo que podem e devem trabalhar para melhorar o seu desempenho.
Começo por alertar para que muitas pessoas caem na armadilha de ver o início de um novo ano como uma reviravolta emocional e psicológica, atribuindo expectativas inatingíveis a este momento. Não cometa esse erro!
A 5 dias da data de voo de regresso a Cabo Verde já a minha ansiedade me travava a respiração com um nó na garganta.
Alerta e consciente aos sinais, fui-me cuidando e tratando de fazer uma gradual e saudável despedida de todos os que me são tão essenciais – do meu Bruno mais do que qualquer outro, é verdade.