Francesinhas da Ilda Ciclista

A pensar no meu mano caçula

Francesinha da Ilda Ciclista

Mas antes, um pouco de cultura gastronómica.
Daniel David de Silva era o proprietário do restaurante Regaleira. Motivado pela pobreza extrema, Daniel mudou-se para a Bélgica ainda novo e lá encontrou trabalho no ramo da restauração. “Ficou por lá uns bons anos” mas as saudades de casa falaram mais alto e acabou por regressar com a vontade de montar “uma casa de comidas” bem sucedida. “Ele trouxe a ideia do croque monsieur e tentou servir isso cá”. A ideia não pegou, mas Daniel estava convicto de que dali podia sair alguma coisa boa. Entretanto “tinha feito uma coisa nova, uma invenção”: uma sanduíche generosa, banhada a queijo derretido e molho alaranjado. “Um prato do caraças! Uma coisa picante, muito agradável… Porque não chamar-lhe «Francesinha»?”

À partida a ligação pode não fazer muito sentido, mas ela existe: “Na altura, as mulheres portuguesas eram muito conservadoras, mas as francesas não, eram bem mais liberais e confiantes.” “As catraias francesas” faziam-lhe lembrar as características do prato e ficou assim. “Depois deste batismo não serviu de nada tentar chamar-lhe outra coisa qualquer.”

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Pasta Pasta Pasta – Os ciclistas querem é Dalla Pasta

Quando chega a hora de dar de comer a um ciclista, a primeira coisa que vem no menu é Pasta Pasta Pasta!
Mas porquê? De onde surgiu essa ideia de que ciclistas têm que comer massa? A resposta é simples: trata-se de nutrição para a recuperação porque, para abastecer “o tanque” – mais conhecido como barriga – com muita quantidade de hidratos de carbono, as massas desempenham um papel hegemónico no plano alimentar dos ciclistas.

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