Será que eu beneficiaria com o Coaching?

SE TU ÉS UMA PESSOA QUE DESEJA

✔ Obter resultados com o que te dedicas aos treinos

✔ Ser feliz a realizar desporto

✔ Praticar uma alimentação saudável mas não sabes o que fazer

✔ Concretizar “aquele sonho” que te faz sorrir por dentro mas que os outros dizem que não é para ti

✔ Saber o que podes fazer por ti, pela tua saúde, pelos outros

✔ Fazer algo diferente do que toda a gente faz

✔ Aprender a dedicar-se a mais do que uma tarefa

✔ Comunicar bem

✔ Estabelecer laços verdadeiros com os outros

✔ Entender o ser humano como mais um ser que habita este planeta

✔ Compreender os teus comportamentos

TU ÉS UM FORTE CANDIDATO AO PROCESSO DE COACHING

U Can Desenvolvimento Pessoal
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Como pedalar com pedais de encaixe

Dedicado à minha valente Coachee Isabelinha

Agora que estou dedicada ao projeto de desenvolvimento pessoal #ucan , chegam até mim pessoas (de todas as idades) que querem não só andar de bicicleta, mas andar bem, com qualidade e segurança.
Uma das primeiras habilidades a adquirir é “pedalar com sapatos de encaixe”.
Nas aulas, para além de explicar e executar junto dos meus coachees, há também uma exposição do exercício e dos benefícios de pedalar com “os pés presos à bike”.

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Suplementar ou Não Suplementar? Será isto questão?!🤷‍♂️🤷‍♀️

Vamos falar de suplementação?

Dez anos de experiência decorrente da prática intensiva de desporto permitem-me dizer que são vários os pilares que contribuem para o sucesso desportivo, entre os quais se encontra a nutrição equilibrada e variada que satisfaça as necessidades individuais e um programa de treino bem estruturado, determinado pelo tipo de exercício com um volume, intensidade e/ou frequência que permitam a promoção de adaptações ao exercício.

Dedicado ao Tiago, a quem desejo muito sucesso e uma longa carreira

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Francesinhas da Ilda Ciclista

A pensar no meu mano caçula

Francesinha da Ilda Ciclista

Mas antes, um pouco de cultura gastronómica.
Daniel David de Silva era o proprietário do restaurante Regaleira. Motivado pela pobreza extrema, Daniel mudou-se para a Bélgica ainda novo e lá encontrou trabalho no ramo da restauração. “Ficou por lá uns bons anos” mas as saudades de casa falaram mais alto e acabou por regressar com a vontade de montar “uma casa de comidas” bem sucedida. “Ele trouxe a ideia do croque monsieur e tentou servir isso cá”. A ideia não pegou, mas Daniel estava convicto de que dali podia sair alguma coisa boa. Entretanto “tinha feito uma coisa nova, uma invenção”: uma sanduíche generosa, banhada a queijo derretido e molho alaranjado. “Um prato do caraças! Uma coisa picante, muito agradável… Porque não chamar-lhe «Francesinha»?”

À partida a ligação pode não fazer muito sentido, mas ela existe: “Na altura, as mulheres portuguesas eram muito conservadoras, mas as francesas não, eram bem mais liberais e confiantes.” “As catraias francesas” faziam-lhe lembrar as características do prato e ficou assim. “Depois deste batismo não serviu de nada tentar chamar-lhe outra coisa qualquer.”

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